sábado, 23 de março de 2013
Seminário LEISHMANIOSE
Pessoal, este seminário é de extrema importância!
A Ampara Animal convida a todos para participarem do seminário sobre Leishmaniose Visceral Canina, que é uma doença pouco conhecida, mas que vem ameaçando a vida de milhares de cães e de seus tutores em todo país.
O objetivo deste seminário é poder esclarecer sobre a doença, sintomas, prevenção, tratamento e seus aspectos jurídicos.
ONGs, Protetores Independentes, Veterinários e demais interessados, compareçam! Ainda temos vagas!!
Inscrição através do email: ampara@amparanimal.org.br
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Calendário 2013 AMPARA ANIMAL
Você que ainda não adquiriu, ainda temos calendários. Colabore com a causa animal.
À venda nas lojas e site Fnac
À venda nas lojas e site Fnac
Calendário de Parede:
Calendário de Mesa:
http://www.fnac.com.br/calendario-2013-de-mesa-ampara-animal-FNAC,,livro-626884-1.html
ou por e-mail: ampara@amparanimal.org.br
ou por e-mail: ampara@amparanimal.org.br
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Invadir um domicílio para socorrer animais é legal?
O direito que nos assiste quando expressamos o nosso inconformismo com o crime é o mesmo que se transforma em dever da autoridade pública em averiguá-lo, pois o cidadão espera dos órgãos de governo a proteção necessária contra o crime e a violência.
Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.
No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito.
O síndico do prédio, sabendo que os responsáves pelo gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas.
A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.
Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano. Não tem fundamento e é arbitrária qualquer restrição ao texto constitucional, pois o próprio artigo 225, §1º, inciso VII, afirma incumbir ao Poder Público a vedação das práticas que submetam os animais à crueldade.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” e que “para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”.
Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. De que maneira poderá o Poder Público, em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal.
Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.
Algumas providências acautelatórias devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio. Em companhia de duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a. No próprio local, lavre um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas. Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. “Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o brilhante Promotor de Justiça de São José dos Campos – São Paulo, Laerte Fernando Levai, em sua obra Direito dos Animais.
Fonte: Painel Notícias e ANDA
Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.
No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito.
O síndico do prédio, sabendo que os responsáves pelo gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas.
A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.
Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano. Não tem fundamento e é arbitrária qualquer restrição ao texto constitucional, pois o próprio artigo 225, §1º, inciso VII, afirma incumbir ao Poder Público a vedação das práticas que submetam os animais à crueldade.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” e que “para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”.
Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. De que maneira poderá o Poder Público, em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal.
Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.
Algumas providências acautelatórias devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio. Em companhia de duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a. No próprio local, lavre um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas. Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. “Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o brilhante Promotor de Justiça de São José dos Campos – São Paulo, Laerte Fernando Levai, em sua obra Direito dos Animais.
Fonte: Painel Notícias e ANDA
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Para onde levar o animal que você viu na rua?
1) Saiba aqui o que fazer, compartilhe para todos seus amigos!
2) Não existe local mágico: Ong´s e Centro de Zoonoses (ccz) estão LOTADOS.
3) Não existe um número mágico também '0800 disque Protetor dos animais' para ir até você retirar o cão e fazer tudo POR VOCÊ. Protetor dos animais é uma pessoa mortal e comum IGUAL você. Que gasta do próprio dinheiro igual você, e corre igual você, tem um emprego normal igual você e provavelmente tenha mais animais para cuidar do que você, então nada de jogar o animal que você viu e se sensibilizou para outra responsabilidade de outra pessoa ok?
Então, e agora José, o que fazer? ... Simples, passo a passo básico do que deve ser feito, e PODE ser feito por qualquer cidadão comum com o minimo de atitude e bom senso:
1) Primeira regra, levar DIRETO para o veterinário. Se você tem carro leve-o até seu veterinário de confiança. Se não tem carro, procure algum petshop/veterinário próximo do animal na rua e veja em alguma clinica do taxi-dog de perto buscar. Simples né?
Veja as condições do animal, se estiver bem...
Aqui uma lista de veterinários que atendem a custo menor e com castração mais barata
www.arcabrasil.org.br/acoes/vet/lista.htm
2) Vacinar e castrar, CASTRAÇÃO É FUNDAMENTAL. Jamais doe um animal sem castrar, ok? Jamais, tem locais que castram GRATUITAMENTE principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro (então sem desculpas) no link esses locais:
www.arcabrasil.org.br/acoes/castracao.htm#onde
No centro de zoonoses em santana (sp) lá você pode cadastrar até 10 animais gratuitamente, eles te dão uma senha e lista de veterinários perto do seu bairro para você agendar a castração gratuita. (telefone 3397-8955)
3) Achar um local para ele ficar. Pode ser um quartinho da sua casa temporariamente, ou pedir para algum amigo abrigar, ou como faz a maioria das pessoas que costumam resgatar animais: pagar um abrigo ou hotel. Sim lugar mágico e com tudo de graça não existe vamos ser realistas. As pessoas gastam o tempo delas, tem trabalho, cuidam, alimentam e ele é sua responsabilidade. Então você pode procurar um hotel e tentar um preço mais acessível por ser um ex-cão de rua, geralmente esses locais o preço médio mensal é de 200,00 a 600,00 reais.
4) Procurar o verdadeiro dono, ligue no centro de zoonoses e informe como ele é, verifique se tem alguém procurando, cadastre ele no site também Cachorro Perdido www.cachorroperdido.com.br e nos locais próximos de onde encontrou ele, principalmente os petshops da região.
5) Achar um novo dono: fotos, muitas fotos! e Capriche!! E espalhe para seus amigos e imprima fotos e deixe nos petshops que você pode visitar, com a foto dele e seu número telefone. Lembre-se, só doe um animal CASTRADO.
Realmente não é fácil, né. Mas esse passo a passo, todo mundo que resgata animal tem que fazer: veterinário - castração - hotel - doação.
Pense que seu dinheiro está sendo bem empregado, você pode economizar naquela balada ou roupa que ia comprar. Pode tentar parcelar a conta, ou pedir ajuda a amigos, vizinhos e até fazer uma RIFA para levantar dinheiro. O importante é ter atitude, fazer, levantar as mangas e batalhar para mudar uma situação, salvar uma vida.
O trabalha compensa, o dinheiro gasto e os fios brancos de cabelo por toda a correria, mas no final você fez a diferença, e não jogou sua responsabilidade para terceiros. Não precisa abraçar o mundo, mas os poucos que ajuda faz a diferença.
Protetores e abrigos estão lotados e pedem socorro, faça A SUA PARTE.
Escrito por camila - Pastor Alemão Rescue
2) Não existe local mágico: Ong´s e Centro de Zoonoses (ccz) estão LOTADOS.
3) Não existe um número mágico também '0800 disque Protetor dos animais' para ir até você retirar o cão e fazer tudo POR VOCÊ. Protetor dos animais é uma pessoa mortal e comum IGUAL você. Que gasta do próprio dinheiro igual você, e corre igual você, tem um emprego normal igual você e provavelmente tenha mais animais para cuidar do que você, então nada de jogar o animal que você viu e se sensibilizou para outra responsabilidade de outra pessoa ok?
Então, e agora José, o que fazer? ... Simples, passo a passo básico do que deve ser feito, e PODE ser feito por qualquer cidadão comum com o minimo de atitude e bom senso:
1) Primeira regra, levar DIRETO para o veterinário. Se você tem carro leve-o até seu veterinário de confiança. Se não tem carro, procure algum petshop/veterinário próximo do animal na rua e veja em alguma clinica do taxi-dog de perto buscar. Simples né?
Veja as condições do animal, se estiver bem...
Aqui uma lista de veterinários que atendem a custo menor e com castração mais barata
www.arcabrasil.org.br/acoes/vet/lista.htm
2) Vacinar e castrar, CASTRAÇÃO É FUNDAMENTAL. Jamais doe um animal sem castrar, ok? Jamais, tem locais que castram GRATUITAMENTE principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro (então sem desculpas) no link esses locais:
www.arcabrasil.org.br/acoes/castracao.htm#onde
No centro de zoonoses em santana (sp) lá você pode cadastrar até 10 animais gratuitamente, eles te dão uma senha e lista de veterinários perto do seu bairro para você agendar a castração gratuita. (telefone 3397-8955)
3) Achar um local para ele ficar. Pode ser um quartinho da sua casa temporariamente, ou pedir para algum amigo abrigar, ou como faz a maioria das pessoas que costumam resgatar animais: pagar um abrigo ou hotel. Sim lugar mágico e com tudo de graça não existe vamos ser realistas. As pessoas gastam o tempo delas, tem trabalho, cuidam, alimentam e ele é sua responsabilidade. Então você pode procurar um hotel e tentar um preço mais acessível por ser um ex-cão de rua, geralmente esses locais o preço médio mensal é de 200,00 a 600,00 reais.
4) Procurar o verdadeiro dono, ligue no centro de zoonoses e informe como ele é, verifique se tem alguém procurando, cadastre ele no site também Cachorro Perdido www.cachorroperdido.com.br e nos locais próximos de onde encontrou ele, principalmente os petshops da região.
5) Achar um novo dono: fotos, muitas fotos! e Capriche!! E espalhe para seus amigos e imprima fotos e deixe nos petshops que você pode visitar, com a foto dele e seu número telefone. Lembre-se, só doe um animal CASTRADO.
Realmente não é fácil, né. Mas esse passo a passo, todo mundo que resgata animal tem que fazer: veterinário - castração - hotel - doação.
Pense que seu dinheiro está sendo bem empregado, você pode economizar naquela balada ou roupa que ia comprar. Pode tentar parcelar a conta, ou pedir ajuda a amigos, vizinhos e até fazer uma RIFA para levantar dinheiro. O importante é ter atitude, fazer, levantar as mangas e batalhar para mudar uma situação, salvar uma vida.
O trabalha compensa, o dinheiro gasto e os fios brancos de cabelo por toda a correria, mas no final você fez a diferença, e não jogou sua responsabilidade para terceiros. Não precisa abraçar o mundo, mas os poucos que ajuda faz a diferença.
Protetores e abrigos estão lotados e pedem socorro, faça A SUA PARTE.
Escrito por camila - Pastor Alemão Rescue
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Pit bull já foi conhecido como cão babá!
Durante décadas o apelido do pit bull nos Estados Unidos foi “The Nanny Dog”, ou ‘cão Babá’. Por gerações, se você tinha filhos e queria mantê-los seguros então você iria querer um pit bull, o cão que era tido como o mais confiável de qualquer raça para conviver com crianças ou adultos.
O cão “babá” é agora vilipendiado por uma mídia que sempre quer uma manchete sensacionalista. Antes dos pit bulls foram rottweilers, antes de rottweilers foram dobermans, e antes deles, pastores alemães. Cada raça ao seu tempo foi considerada demasiada cruel e imprevisível para estar próxima de pessoas. Cada vez as pessoas queriam leis para proibi-las. É incrivelmente irônico que se tornou agora o centro das atenções esta raça que já foi considerada ideal para cuidar de crianças.
Chegam notícias de pit bulls espancados, toturados, queimados, abandonados e mortos todos os dias no Brasil. Lamentamos que uma raça seja massacrada dessa forma, onde o único responsável pelo comportamento agressivo é o que menos sofre com as consequências.
OBS: É claro que, por mais confiável que seja um animal, independentemente da raça e da espécie, jamais deixe uma criança e um cão juntos sem supervisão. Ambos não têm consciência das suas ações, cabe ao adulto mantê-los seguros e unidos.
Fonte: OBA Floripa
O cão “babá” é agora vilipendiado por uma mídia que sempre quer uma manchete sensacionalista. Antes dos pit bulls foram rottweilers, antes de rottweilers foram dobermans, e antes deles, pastores alemães. Cada raça ao seu tempo foi considerada demasiada cruel e imprevisível para estar próxima de pessoas. Cada vez as pessoas queriam leis para proibi-las. É incrivelmente irônico que se tornou agora o centro das atenções esta raça que já foi considerada ideal para cuidar de crianças.
Chegam notícias de pit bulls espancados, toturados, queimados, abandonados e mortos todos os dias no Brasil. Lamentamos que uma raça seja massacrada dessa forma, onde o único responsável pelo comportamento agressivo é o que menos sofre com as consequências.
OBS: É claro que, por mais confiável que seja um animal, independentemente da raça e da espécie, jamais deixe uma criança e um cão juntos sem supervisão. Ambos não têm consciência das suas ações, cabe ao adulto mantê-los seguros e unidos.
Fonte: OBA Floripa
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Cães sozinhos em casa ficam “traumatizados feito crianças”
Segundo estudo, cachorros deixados sozinhos em casa sentem-se como crianças abandonadas por seus pais.
Trancar a porta de casa e deixar seu pet sozinho na hora de sair para o trabalho é uma atitude normal para muitos donos. No entanto, estudos sugerem que a experiência pode ser mais traumática do que se imaginam.
Em vez de passarem o dia dormindo enrolados no sofá ou esticados na cama, muitos cães sofrem de desespero e angústia agudos quando são deixados pelos donos cheios de compromissos.
Alguns cães sofrem de desespero e angústia agudos quando sozinhos
Crédito: CC TheGiantVermin
John Bradshaw, diretor do Instituto de Antrozoologia da Universidade de Bristol, tem estudado o comportamento de pets há 25 anos e diz que a situação representa uma “crise real e imediata” para os cães.
Dr. Bradshaw e sua equipe instalaram câmeras nas casas de 20 donos de cachorros, cujos animais pareciam ficar perfeitamente felizes sozinhos em casa quando o proprietário saía para trabalhar.
Constatou-se que alguns andavam em círculos ao redor do capacho, enquanto respiravam pesadamente. O trauma de um cão foi tão grande que ele precisou ser encaminhado a um psicólogo de animais.
Um estudo isolado de sete ninhadas de labradores e cinco famílias de filhotes de border collies mostrou que mais da metade dos labradores e quase a metade dos collies exibiram sinais de desespero que duraram mais que um mês, atingindo picos em cerca de ano de idade.
Em seu livro intitulado “Em Defesa dos Cães”, a ser publicado neste mês, o Dr. Bradshaw descreve como seu labrador preto Bruno costumava roer sua cama, a mobília e o papel de parede quando deixado sozinho em casa.
Em situações mais extremas, o desespero dos animais chega a ser tanto que existem casos registrados de automutilação, disse Bradshaw.
Por isso, o estudioso avisa aos donos que não punam seus animais por danos causados quando os pets são deixados sozinhos. Afinal, eles não entenderiam o porquê da penalidade. “Eles têm um tipo diferente de memória. Não são bons em raciocínio e não pensam que aquilo que fizeram há uma hora pode gerar uma bronca agora”, completa.
A chave para ajudar os cães, diz ele, é ensinar que ver você saindo de casa pode trazer resultados positivos. Por exemplo, você poderia voltar de surpresa antes do horário normal, mesmo que por um curto período, só para fazer um agrado ao seu pet. Depois, lentamente, ir aumentando o tempo de permanência fora de casa até o cachorro ser deixado sozinho o dia todo.
Fonte: Pet Mag
Trancar a porta de casa e deixar seu pet sozinho na hora de sair para o trabalho é uma atitude normal para muitos donos. No entanto, estudos sugerem que a experiência pode ser mais traumática do que se imaginam.
Em vez de passarem o dia dormindo enrolados no sofá ou esticados na cama, muitos cães sofrem de desespero e angústia agudos quando são deixados pelos donos cheios de compromissos.
Alguns cães sofrem de desespero e angústia agudos quando sozinhos
Crédito: CC TheGiantVermin
John Bradshaw, diretor do Instituto de Antrozoologia da Universidade de Bristol, tem estudado o comportamento de pets há 25 anos e diz que a situação representa uma “crise real e imediata” para os cães.
Dr. Bradshaw e sua equipe instalaram câmeras nas casas de 20 donos de cachorros, cujos animais pareciam ficar perfeitamente felizes sozinhos em casa quando o proprietário saía para trabalhar.
Constatou-se que alguns andavam em círculos ao redor do capacho, enquanto respiravam pesadamente. O trauma de um cão foi tão grande que ele precisou ser encaminhado a um psicólogo de animais.
Um estudo isolado de sete ninhadas de labradores e cinco famílias de filhotes de border collies mostrou que mais da metade dos labradores e quase a metade dos collies exibiram sinais de desespero que duraram mais que um mês, atingindo picos em cerca de ano de idade.
Em seu livro intitulado “Em Defesa dos Cães”, a ser publicado neste mês, o Dr. Bradshaw descreve como seu labrador preto Bruno costumava roer sua cama, a mobília e o papel de parede quando deixado sozinho em casa.
Em situações mais extremas, o desespero dos animais chega a ser tanto que existem casos registrados de automutilação, disse Bradshaw.
Por isso, o estudioso avisa aos donos que não punam seus animais por danos causados quando os pets são deixados sozinhos. Afinal, eles não entenderiam o porquê da penalidade. “Eles têm um tipo diferente de memória. Não são bons em raciocínio e não pensam que aquilo que fizeram há uma hora pode gerar uma bronca agora”, completa.
A chave para ajudar os cães, diz ele, é ensinar que ver você saindo de casa pode trazer resultados positivos. Por exemplo, você poderia voltar de surpresa antes do horário normal, mesmo que por um curto período, só para fazer um agrado ao seu pet. Depois, lentamente, ir aumentando o tempo de permanência fora de casa até o cachorro ser deixado sozinho o dia todo.
Fonte: Pet Mag
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Ampara Animal lança sua primeira exposição itinerante de conscientização animal
O desenvolvimento da exposição é resultado de um ano de trabalho e o foco da ONG é conscientizar a população a respeito do trato com os animais.
A ONG Ampara Animal apresenta oficialmente à população de São Paulo sua exposição “Ampara Animal”.
Com um conceito diferenciado e um modo inovador de educar, a exposição apresenta mulheres lindas e conscientes de sua importância para a sociedade, e animais com diferentes histórias de privação e abandono, vítimas de preconceito.
Todas elas foram fotografadas pelo renomado Jacques Dequeker, que traduziu em arte o sentimento de que precisamos mudar nossa atitude com os animais para sermos mais humanos.
Agendamentos da exposição:
Shopping Iguatemi, 13 a 22 de abril de 2012.
Shopping Bourbon, 23 a 08 de maio de 2012.
Shopping Villa-Lobos, 15 a 31 de maio de 2012.
Ficha técnica:
Idealização/Realização Ampara Animal
Fotos Jacques Dequeker
Styling Juliana Rossoni
Direção de Arte/Design Carol Patitucci
Textos Thiago de Christo
Cleo Pires
Ellen Jabour
Fernanda Motta
Fernanda Tavares
Fiorella Mattheis
Gianne Albertoni
Paola Oliveira
Raica Oliveira
Sabrina Sato
Suyanne Moreira
Thaila Ayala
Yasmin Brunet
Venha apoiar essa causa!
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